Como escrever o teu horário de abertura
Ninguém quer a tabela. Querem uma palavra, e só leem a tabela quando essa palavra falta.
Um site Clay a sério, construído a partir de uma ficha do Google
Quem vai ver o teu horário está de pé, com o telemóvel na mão, a decidir se veste o casaco, e uma grelha de sete linhas obriga a fazer contas.
A resposta a estão abertos é uma frase: aberto até às cinco, ou abre amanhã às oito. A semana fica por baixo, para quem está a planear o sábado, e os dias em que fechas têm de estar escritos em vez de ficarem uma linha vazia.
Quatro coisas, por ordem
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1
Começa por hoje
Aberto até às 17:00, ou Fechado, abre amanhã às 08:00. Uma linha, no topo, por palavras. É a pergunta toda com que chegam noventa por cento das visitas.
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2
Põe a semana por baixo
Sete linhas para quem planeia, com o dia de hoje marcado. É material de consulta e não a resposta, e é nessa ordem que fica.
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3
Escreve os dias de fecho
Fechado à segunda lê-se como uma decisão. Uma linha vazia ao lado de segunda lê-se como um site que ninguém actualiza, e essa impressão é outra e pior.
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4
Escreve as excepções
O feriado, as duas semanas de agosto, o domingo em que abres por causa do mercado. São essas que produzem a avaliação zangada de quem fez o caminho.
Dois horários diferentes, e reserva-se pelo errado
Uma casa aberta até às onze cuja cozinha pára às nove e meia tem dois horários, e quem chega às dez zanga-se contigo e não com a placa.
O mesmo vale para a última marcação, a última lavagem e a última entrada. Se a hora útil é anterior à de fecho, é essa que vai para a página.

Uma fonte, e um só sítio para mudar
O horário acaba em quatro sítios: a ficha, o site, a porta e um perfil social. Os quatro afastam-se, e acredita-se naquele que se encontrou primeiro.
Escolhe a ficha como fonte, porque é onde a maioria olha, e usa um site que a leia. Num site Clay o horário é o do teu perfil do Google e a frase é calculada a partir dele.

As linhas que vale a pena ter
O que um bom horário evita

A viagem em vão
Quem passou por lá num dia de fecho escreve sobre isso, e a avaliação sobrevive ao fecho durante anos.

O telefonema que não era preciso
Estão abertos é o telefonema mais frequente num negócio pequeno, e é uma pergunta que a página pode responder.

A resposta errada na ficha
O Google mostra o horário no resultado. Se o teu contradiz o site, um dos dois está a ensinar às pessoas uma coisa falsa.
O aspeto que tem quando está online
Desenhado em vez de descrito, a página, o endereço e o que pode ligar.
Perguntas
Tabela ou frase?
As duas, por essa ordem: a frase responde por hoje e a tabela responde por sábado. Só a tabela obriga cada visitante a fazer as contas.
E os horários de época?
Diz a época com clareza e com datas. Horário de verão a partir de junho é uma promessa que alguém confirma em maio e entende mal.
Tenho de indicar os dias de fecho?
Tens de os escrever. Uma linha vazia é lida como informação em falta e não como fechado, e essa diferença custa-te o telefonema.
E se a cozinha fecha antes da porta?
Então diz as duas coisas. É a queixa mais comum na restauração e resolve-se com uma linha a mais.
Onde é que as pessoas olham mesmo?
Primeiro na ficha do Google e depois no site. Mantém-nos iguais, o que é mais fácil quando um lê o outro: horário no teu site.
Como aviso de um fecho pontual?
Põe-no por cima do horário na semana anterior e tira-o depois. Um fecho descoberto à chegada é o caro.
Isto conta para a pesquisa?
Conta para quem lê o resultado, que é a parte que controlas: como aparecer no Google Maps trata do resto.
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